Assepsia e germinação in vitro de Passiflora edulis sims

Kamila de Andrade Pederiva, Murilo Ficcagna Oliveira¹, Dayane Ávila Fernandes

Resumo


Para produção comercial de mudas, a propagação é feita basicamente por sementes. Existem pesquisas realizadas, com diversas técnicas e meios de biotecnologia no cultivo de maracujazeiros, com o objetivo de regenerar plantas in vitro e obter novas variedades. O presente trabalho objetivou-se comparar o uso de fungicida e doses de hipoclorito na assepsia e germinação de sementes de maracujá amarelo. O experimento foi realizado no laboratório de biotecnologia, do Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG, nos meses de abril a junho de 2018. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 x 5, com e sem fungicida Standak Top (0,5 ml), e com cinco doses de hipoclorito de sódio (0, 1, 2, 3 e 4%), com oito repetições, totalizando 10 tratamentos. Foi realizada uma avaliação aos 60 dias, os parâmetros avaliados foram: contaminação por fungos e bactérias entre as sementes e o meio de cultura e a porcentagem de germinação. Não houve diferença significativa quanto ao uso de fungicida. A dose com maior germinação foi de 0,0%. Concluiu-se que doses de ate 2% de hipoclorito foram eficientes no controle de micro-organismos e apresentaram maior porcentagem de germinação.

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