OZONIOTERAPIA EM DORES CRÔNICAS: LOMBALGIA E CIÁTICA

Autores

  • Fran El Matos Monteiro Arruda
  • Isadora Cristina Cortez
  • Lucijane Viana Tavares Bernardes
  • Belgath Fernandes Cardoso

Resumo

A dor crônica é um dos principais desafios da medicina moderna, afetando milhões de pessoas e comprometendo a qualidade de vida, o bem-estar físico e o equilíbrio psicológico. Entre as dores mais incapacitantes estão a lombalgia e a ciatalgia, condições que acometem a região lombar e o nervo ciático, respectivamente. Elas estão frequentemente associadas a fatores como sedentarismo, envelhecimento, má postura, obesidade e esforços físicos repetitivos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dor lombar como uma das maiores causas de incapacidade física no mundo, com grande impacto econômico e social. Os tratamentos convencionais, como o uso de analgésicos, anti-inflamatórios, fisioterapia e cirurgias, muitas vezes não promovem alívio duradouro e podem causar efeitos adversos, como dependência medicamentosa e distúrbios gástricos. Nesse contexto, cresce o interesse por terapias complementares seguras e eficazes, entre elas a ozonioterapia, uma prática que utiliza uma mistura controlada de oxigênio e ozônio (O₂–O₃) com finalidades terapêuticas. A ozonioterapia tem demonstrado efeitos anti-inflamatórios, analgésicos, antioxidantes, imunomoduladores e regenerativos, atuando na modulação do estresse oxidativo e na liberação de mediadores bioquímicos que melhoram a oxigenação e a circulação local. Nos casos de lombalgia e ciatalgia, o ozônio contribui para reduzir a inflamação nos tecidos, aliviar a compressão nervosa e aumentar a mobilidade do paciente.

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Publicado

10-07-2026

Edição

Seção

TCC'S